São sempre as pessoas quem me marca. Esta semana, ou melhor, na semana que ontem terminou, tive muitas realidades com pessoas e, pior para mim, com pessoas diferentes! Tive o privilégio, sou mesmo sortuda, se conhecer, ao vivo e a cores - muitas cores! - a Professora Ivete Azevedo. É uma mulher fantástica! Bem disposta, conhecedora, atenta, envolvida de facto na construção da tal Escola que eu tanto ambiciono. Veio falar de criatividade, veio ajudar-nos a aprender a melhor forma de facilitar o desenvolvimento de competências criativas no quotidiano. Podia tê-lo feito de cátedra, afinal é doutorada e pós-doutorada, mas fê-lo com a simplicidade dos que, porque são Bons, não precisam de se colocar em bicos de pés. Trabalhou, desafiou-nos, corrigiu-nos, ouviu-nos e deixou-nos (a mim e a outros colegas) com vontade de saber mais, de treinar mais tempo. A Professora Ivete naturalmente perguntou-me para que queria José Régio tanta tralha, e riu-se das minhas histórias contadas junto ao túmulo de D. Jorge de Mello. Quando se foi embora, fiquei mais sozinha, mais vazia também.
Na mesma semana, e pouco antes da Ivete chegar, vivi momentos de terror com outra pessoa. Calúnias, insinuações, provocações, formas de agir que sempre revelam personalidades insignificantes, mentes vazias e corações azedos.
Hoje, domingo, fazendo o balanço da minha semana, voltei a agradecer a Deus a presença destas duas pessoas na minha vida: - Uma, porque me ajuda a ser melhor; outra porque me permite saber como não ser e, simultaneamente, expiar os meus pecados!








