terça-feira, 27 de novembro de 2012

O destino?

Não sou determinista, não acredito em coincidências, não quero crer em bruxas, mas há coisas do diabo (seja lá ele o que for). Deve ter sido o diabo, ou um anjo, quem me aconselhou na compra do romance que me acompanhou na última viagem a Inglaterra... Como sempre faço, já no aeroporto procurei uma leitura para companhia. Quero sempre algo fácil, que não me obrigue a pensar muito e me distraia, simultaneamente, da chatice da viagem e da rotina diária. Desta vez, porque a oferta era reduzida, escolhi uma autora feminina (gosto da escrita das mulheres), inglesa, bem cotada no país de Sua Majestade, Penny Vincenzi.
Ainda no terminal 2 iniciei a leitura, mas foi já em pleno ar, com o cinto apertado, que entrei no mundo de Guidford. EXACTAMENTE o lugar do meu destino! O livro que comprei , Promessas desfeitas, antecipava a minha chegada e, entre histórias e História, cruzando personagens reais e fictícias, fui conhecendo a cidade da minha ternura. Deliciei-me com os percursos propostos, conheci a High Street antes de, pela mão do meu neto, entrar na Toy Shop, e verifiquei que o Matt Shaw existe no meu quotidiano. Este romance levou-me, uma vez mais, a Covent Garden, fez-me recuperar memórias e reinventar vivências.
É verdade mesmo que escolhi o livro ao acaso, mas também é verdade que o acaso tece, vezes demais, a nossa vida...

6 comentários:

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  2. Ah!Covent Garden.. saudades!

    Mil beijos

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  3. Pois é, parece que o acaso "segue" o pensamento, ao contrário do que pensamos. Imagino o teu encanto a descobrir Guildford! Eu senti uma coisa parecida: é tão harmoniosa a cidade e os arredores!
    beijos

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  4. Foi de certeza um anjo que aconselhou esse livro!!
    Os diabos nunca se juntam a "gente de bem com Deus"!Nunca conseguem, sequer, chegar perto e muito menos ter alguma influência no espírito "transparente", "com luz"!!

    Também gosto desta autora.É leve e com o seu suspense, dispõe bem.
    A D.Sveva Modignani é que não "anda" o que era dantes. Estes dois últimos livros, achei muita parra, e uva nenhuma...

    Setôra, a memória é mesmo para se reinventar. Ainda bem que gostou de estar com os seus dois netinhos .
    Abraços.

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  5. Vou ter de encontrar esse livro, fiquei cheia de vontade de conhecer o tal Matt Shaw!
    Ana

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  6. Não conheço essa escritora, mas vou procurá-la. No entanto, insisto na ideia de um livro seu!!
    Mª da Graça

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